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Carnaval, a festa religiosa e profana.

O carnaval é uma festa cultural e popular,os enredos das escolas trazem mensagens e contam diversas histórias,a palavra carnaval vem do latim  "carne vale" ou retirar a carne,é uma festa que antecede a quarta feira de cinzas e é de certa forma uma festa religiosa e ao mesmo tempo profana.
O carnaval se tornou uma festa religiosa quando a igreja católica a oficializou em 590 depois de Cristo,então o carnaval passou por Veneza para então se espalhar pelo mundo.


Mas a festa se torna pagã pois em vez das pessoas se despojarem das obras da carne nesta data,eles se lançam mais ainda nas obras da carne,com tendência a manisfestações pública de nudêz,bebedeira e orgias.



Pois tambem apontam suas origens às festas de Dionisio,festas egípicias e em Roma, em festas ao deu Baco,deus do vinho da embriaguês e  da alegria.
Portanto é comum que o carnaval siga a tendência de apresentar temas religiosos cada vez mais,no desfile da Perola negra o Enredo falou sobre Abraão.

A comissão de frente "Abrão e o chamado de Deus", que mostra a caminhada de Abraão, sua mulher Sara e seu sobrinho Ló para Canaã, trará 15 integrantes vestidos com trajes da época, como algodão cru e estopa, conta o carnavalesco, que abandonou o luxo para contar essa história bíblica.



Abraão foi o primeiro homem a acreditar em um Deus único, segundo a Bíblia. Quando estava com cem anos teve um filho com sua mulher Sara, que tinha 90 anos e era estéril. A criança foi chamada de Isaac, que significa riso.

Depois do nascimento de Isaac, Deus pediu que Abraão sacrificasse seu filho em nome da fé. Mas no momento do sacrifício, um anjo segurou a mão dele e impediu a morte da criança.

O abre-alas "A terra prometida por Deus à Abraão" leva o símbolo da escola -a pérola-- e três anjos que simbolizam a bondade desse paraíso.



Uma escultura de oito metros de altura, a maior que a escola já levou para a avenida, simboliza o demônio da luxúria, uma referência a cidade pecaminosa de Sodoma e Gomorra estará no carro que terá cores cítricas representando o fogo. Outras duas esculturas de dois anjos (enviados por Deus para destruir o local), com seis metros de altura cada uma, feitas em Parintins terão movimento. A alegoria levará 40 bailarinos da companhia Ângelo Barbosa.

E para surpresa do meio gospel, Presbítero da Renascer comanda bateria da Mangueira, Contradição com a fé? Não para Ailton, percussionista profissional, 39 anos, casado, pai de duas filhas e avô de outra menina. “Sou um servo de Deus e acredito que as pessoas têm um dom. E acredito no plano de Deus para a minha vida. E faz parte passar por isso, estar à frente da bateria”, explica o maestro, que também é um dos autores do samba que homenageia Nelson Cavaquinho, enredo da escola.

Antes de aceitar conduzir a bateria que ele conhece desde menino e da qual já chegou a ser um dos diretores — na época do primo Alcir Explosão, a quem elogia o talento —, além de primeiro repique, Ailton conversou com a família e seus orientadores na igreja.

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