As pedras e a espiritualidade, a pedra filosofal



O que realmente está por trás da busca pela Pedra Filosofal?

Muito além da fantasia medieval de transformar chumbo em ouro, a Pedra Filosofal representa um dos mitos centrais do gnosticismo, do esoterismo e das sociedades iniciáticas. Neste livro, Ricardo Max revela o significado oculto dessa busca, desmontando a narrativa mística construída ao longo dos séculos e confrontando-a com a revelação bíblica.


A obra demonstra que a chamada “pedra” nunca foi um objeto físico, mas uma metáfora espiritual interior, associada a rituais de alta magia, à alquimia sexual e ao despertar do chamado “fogo sagrado”, identificado no esoterismo como kundalini. Esses elementos, longe de serem compatíveis com o cristianismo, conduzem a uma iniciação luciferiana disfarçada de iluminação espiritual.

O autor traça um paralelo profundo entre o simbolismo das pedras nas Escrituras — presentes nas parábolas de Cristo, na teologia de Paulo, no sacerdócio do antigo templo e na descrição da Nova Jerusalém — e a distorção desses símbolos pelas correntes gnósticas e pela Nova Era, que transformaram metáforas bíblicas em objetos de culto e veneração da antiga serpente.

Ao abordar temas como Shamballa, Agharta, o Éden perdido, o centro da terra e o poço do abismo descrito no Apocalipse, o livro expõe como esses mitos convergem para uma mesma narrativa espiritual: o engano que conduz o iniciado não à luz, mas às trevas.

Esta obra é uma análise crítica, bíblica e teológica, voltada a leitores que desejam compreender:

  • a origem real da Pedra Filosofal

  • a relação entre alquimia, gnosticismo e sociedades secretas

  • a diferença entre o edifício espiritual revelado em Cristo e as falsas promessas de iluminação esotérica

Um livro que chama o leitor ao discernimento espiritual, revelando que nem todo brilho é ouro — e que algumas pedras conduzem não ao céu, mas ao abismo.


Para alguns uso de pedras é apenas superstição, para outros as pedras está ligada a espiritualidade, até mesmo na Bíblia fala muito sobre pedras, as pedras simbolizam o brilho, a glória dos céus segundo a revelação de apocalipse

E levou-me em espírito a um grande e alto monte e mostrou-me a grande cidade, a santa Jerusalém, que de Deus descia do céu.
E tinha a glória de Deus. A sua luz era semelhante a uma pedra preciosíssima, como a pedra de jaspe, como o cristal resplandecente. (Apocalipse 21:09)

 E a construção do seu muro era de jaspe, e a cidade de ouro puro, semelhante a vidro puro. E os fundamentos do muro da cidade estavam adornados de toda a pedra preciosa.

O primeiro fundamento era jaspe; o segundo, safira; o terceiro, calcedônia; o quarto, esmeralda; O quinto, sardônica; o sexto, sárdio; o sétimo, crisólito; o oitavo, berilo; o nono, topázio; o décimo, crisópraso; o undécimo, jacinto; o duodécimo, ametista.” (Apocalipse 21:12-20)

Crenças sobre as pedras :


AMETISTA:

Acalma a vibração trazendo tranquilidade para o interior da mente. Atua sobre o sistema circulatório, imunológico e metabólico. Acalma a mente, aumentando a memória e a motivação.


Contra as influências negativas. Alivia contra reumatismo, ciática, dores nevrálgicas, epilepsia, histeria. Estimula a oração e a meditação profunda.
Poderes - sonhos, alcoolismo, cura, sensitividade, paz, amor, protege de ladrões, coragem, felicidade


TOPÁZIO:

Proteção, melhora a circulação, afasta a ira, ajuda a regenerar os tecidos, representa a energia. Intensifica e transforma os pensamentos e sentimentos mais subjetivos em forma concreta. Rejuvenesce o corpo e alinha com o corpo físico.





ESMERALDA:

Seu nome significa “PEDRA VERDE”. Trabalha o chakra cardíaco e nos corpos elétricos, astral e emocional. É boa para o equilíbrio mental, emocional e espiritual.





 Ajuda na meditação e eleva a consciência e as habilidades psíquicas. Uma ótima pedra de cura em geral.




RUBI:

O rubi estava associado ao calor e à paixão e eram considerados valiosos por manterem a saúde do corpo e da alma. Era também utilizado para evitar perdas de sangue e doenças do sangue. Os hindus por vezes incrustavam rubis na pele pois acreditavam que isto os iria proteger contra as feridas provocadas por setas.
Ainda hoje se acredita que o rubi favorece a circulação sanguínea e o coração. Também se crê que no amor faz com que este sentimento se torne sublime e grandioso, alcançando todo o universo.


Os místicos usam as pedras em pontos do corpo no qual chamam Chacras como uma forma de terapia de cura ou forma de se energizar.

Para cada um destes pontos eles usam uma pedra relacionada a  cor da pedra porque segundo a crença estes pontos vibram com cores diferentes.

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