Influenciador digital tira vida aos 48 anos, após traição, ele sofria de depressão

 Dias antes, havia vindo a público um relato de traição envolvendo Arthur, seu parceiro, mencionado pelo próprio Carlos na carta de despedida divulgada nas redes sociais.


O que chama atenção são as marcas ocultas no corpo dele através de tatuagens e a menção de 330  seguidores, que remete ao 33, bem sinistro, a idade de 48 sua soma é 12, que pode ter conexão com o  dependurado.

O influenciador Carlos Filhar, que tinha mais de 330 mil seguidores no Instagram faleceu nesta terça-feira, 7 de abril, horas após divulgar uma longeva carta de despedida em seu perfil. De acordo com a revista ‘Quem’, a informação foi confirmada pela assessoria do influenciador, Grife de Ideias, que compartilhou sua página oficial um comunicado de pesar.


“NOTA OFICIAL. É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento de Carlos Filhar, ocorrido no dia de hoje, 07 de abril de 2026. Carlos foi mais do que um influenciador — foi uma pessoa que inspirou, impactou e levou sua mensagem a milhares de pessoas com a sua autenticidade, alegria e verdade. A sua presença marcante e seu jeito único deixarão saudades eternas em todos que tiveram o privilégio de acompanhá-lo e conhecê-lo”, iniciou a assessoria no Instagram.


                                           Influenciador tira a vida após traição

“Às vezes o cansaço bate forte, a fraqueza emocional toma conta, existe uma dor incalculável e a forma que encontrei nesse momento de amenizar a dor é me despedir de vocês. Foram pouco mais de 1 ano aqui na internet, e nesse período trouxemos alegrias, gargalhadas, leveza e momentos incríveis”, iniciou Carlos no feed do Instagram.

“Tantas pessoas que a internet trouxe, pessoas que eu admirava de longe e me tornei próximo, amigos que fizemos, momentos memoráveis. Quero também dizer que conhecer e viver com o Arthur foram os 2 melhores anos da minha vida, eu voltei à vida e nunca fui tão feliz, houve quebra de acordo da parte dele, mas também entendo que somos humanos e obviamente passivos de falhas”, expressou Carlos na carta.

Comentários